MadMúsica: The Feeling Is All Gone - Solar Sun

a batalha do bulge-segunda guerra


segunda guerra tirinhas


feliz dia das bruxas!!!


Gente voltei desculpe o grande sumi

ço....mas muitos problemas aconteceram......sim...de novo então pedi ao Bruno para fazer esse desenho rapidamente para desejar a vocês

FELIZ DIA DAS BRUXAS!!!!!

ah! abriu vagas para namorados se alguém quiser....




MadBizarrice: Especial de Dia das Bruxas - Roswell




Quando se fala em invasões e acidentes alienígenas, não há discussão de que Roswell seja a maior fonte de conspiração da história. A pequena cidade tem sido alvo de ufólogos e conspiracionistas desde os anos 40, mas será que tudo é realmente o que dizem? Este post fecha com chave de ouro o especial de dia das bruxas deste ano!

A grande descoberta

Em 1947, uma pequena cidade chamada Roswell, no Novo México, teve sua história mudada para sempre. No dia 4 de julho, o fazendeiro William “Mac” Brazel andava a cavalo com seu filho Vernon de 8 anos para verificar suas ovelhas depois de uma forte chuva no dia anterior quando avistou alguns destroços a 12km de seu rancho. Haviam destroços de metal por todos os lados e parecia que algo tinha sido arrastado por centenas de metros. Como era comum encontrar destroços de balões meteorológicos na região, Brazel não deu muita importância. O fazendeiro decidiu ir recolher os destroços e liberar a área. Junto com sua mulher e seu outro filho Victor de 14 anos, perceberam que havia algo estranho e eles pegaram apenas alguns pedaços. Ele contou aos vizinhos sobre sua descoberta no mesmo dia e logo os jornais locais ficaram sabendo, chegando a oferecer até 3 mil dólares por provas de que era um disco voador.

Destroços encontrados por Brazel.

É interessante notar que um mês antes o piloto Kenneth Arnold avistou aeronaves em formação sobre Oregon. Ele descreveu o voo delas como se fossem discos deslizando sobre a superfície de um lago, daí o nome "disco voador" dado pela imprensa. Não tardou para que mais de mil relatos surgissem nas semanas seguintes sobre outros avistamentos. Acredita-se que o que Arnold viu eram apenas pássaros migrando.

Pois bem, em 7 de julho daquele mesmo ano, Brazel finalmente contou ao xerife sobre sua descoberta. O xerife então telefonou para a base aérea de Roswell e o major Billyard Ray Cyrus e o capitão Sheridan Cavitt foram enviados para inspecionar o local e analisar os destroços. O major teria dito que o objeto parecia ter explodido e determinou de que direção tinha vindo. Tudo foi recolhido no dia 8 de julho e enviado para a base de Fort Worth. O “Roswell Daily Record”, um jornal local, publicou uma manchete com o título “Força Aérea Captura Disco Voador em Rancho na Região de Roswell”.


As pessoas entraram em pânico e o exército se esforçava para desmentir a história e dizer que eram apenas destroços de um balão meteorológico, inclusive chegaram a tirar fotos com os militares mostrando parte dos destroços para acalmar a população.

Militares mostram os destroços.

 Os boatos

Algumas supostas testemunhas apareceram depois da publicação. Uma delas foi William Woody que disse ter visto junto com seu pai um objeto brilhante mergulhar no céu em direção ao solo na noite de 4 de julho. Eles até tentaram ir ao local do acidente, mas os militares os impediram.

Alguns diziam que a força aérea tinha detectado um objeto estranho e que o rastreou até a sua queda em Roswell.

Há quem diga que Brazel teria uma vez revelado que haviam símbolos como hieróglifos roxos  na nave e se você amassasse um pedaço do metal, ele logo retomaria a forma original. Ele também teria dito que as ovelhas ficavam assustadas quando chegavam perto da nave, o que para ele indicava que era algo de “outro mundo”.

Diziam que foram encontrados 4 corpos cinzas, pequenos (cerca de 1 metro), com cabeças e olhos enormes. Algumas fontes diziam que tinham roupas metálicas e outros diziam que estavam sem roupas. Os militares então fizeram autópsias e constataram que o sangue não era vermelho e que o estômago era diferente.

Corpo sendo transportado pelos militares.

Outro boato que surgiu na época foi que o funcionário Glenn Dennis recebeu um telefonema do necrotério da base aérea perguntando se ele tinha caixões pequenos e hermeticamente fechados. Os militares ainda teriam perguntado a ele como fazia para conservar os corpos por alguns dias, principalmente os que tinham sofrido graves queimaduras. Quando foi para a base, Glenn foi impedido de avançar para o necrotério e teria ouvido de uma enfermeira que os militares tinham encontrado corpos alienígenas. Para tentar encobrir de vez essa história de corpos, alguns acreditam que os militares os tenham removido para a base da Área 51, uma base militar isolada que é famosa por fazer testes militares de todo o tipo.

Ressurgimento de Roswell

A história ficou esquecida até que o físico Stanton Terry Friedman decidiu ir procurar Jesse Marcel em 1978. Ele dizia que já tinha visto e tocado em um disco voador vindo de Roswell, onde supostamente ajudou os militares. Esse relato foi publicado no tabloide National Enquirer e Marcel virou celebridade mundial. Friedman e mais outros pesquisadores descobriram outras testemunhas e o caso foi ganhando mais notoriedade com o tempo. Isso gerou uma onda de livros sobre as mais diversas teorias sobre o assunto, como que o exército sabia o que eram de fato os destroços e que tentou encobertar e fazer análises secretas. O problema é que algumas teorias diferiam do local onde os destroços foram encontrados, o número de naves caídas, a existência ou não de corpos e a descrição dos materiais.

Stanton Terry Friedman

Friedman ainda publicou um livro que mostrava documentos dizendo que havia um grupo clandestino de 12 pessoas, o "Majestic 12", com a missão de acobertar o caso de Roswell. Segundo investigações do FBI e de Joe Nickell, um investigador cético, os documentos eram falsos, principalmente porque a assinatura do presidente da época era apenas uma cópia malfeita nos documentos de Friedman.

Os documentos oficiais e ceticismo

Em 1994, o congressista Sten Schifft pediu para o GAO (General Accounting Office ou Escritório Geral de Auditoria) que buscasse a documentação sobre o caso de Roswell. O GAO publicou o chamado "O relatório Roswell: a verdade diante da ficção no deserto do Novo México", de 25 páginas, que relatava sobre a origem dos destroços. Segundo este relatório, os destroços eram nada mais do que um balão do altamente secreto Projeto Mogul com a finalidade de detectar testes nucleares soviéticos, por isso tinha detectores acústicos de baixa frequência. O problema é que os testes só começaram a ser feitos em 1949, ou seja, 2 anos após o caso de Rosell. O balão em questão seria do quarto voo de 4 de junho de 1947 e estava sob o comando de Charles B. Moore, o engenheiro chefe da operação. Na época eles perderam o controle do balão graças ao vento e este foi parar no rancho de Brazel. 

Boneco de testes
O GAO também publicou "O incidente de Roswell: caso encerrado", que abordava os relatos dos corpos alienígenas. Um relatório de 1997 concluiu que os corpos encontrados eram bonecos de teste do projeto High Dive e vale lembrar que naquela época esse tipo de boneco era desconhecido pelo público, ao contrário de hoje que os vemos muito em testes de carros. Já nos anos 20 eles eram usados para testes de paraquedas, mas nos anos 40 estavam sendo usados para o desenvolvimento de cápsulas de escape para veículos espaciais. Estes bonecos eram tão delicados e tinham sensores tão frágeis que eram transportados em caixas parecidas com caixões, sacos e macas, o que também pode ter contribuído para que as pessoas achassem que eram corpos de verdade. Outro fato curioso é que muitos deles eram envoltos em papel alumínio para proteger os sensores de mudanças de temperatura da atmosfera, então algumas pessoas podem ter achado que eles usavam roupas metálicas alienígenas. Quanto aos supostos resgates de corpos que depois apareceram no hospital da base de Roswell, acredita-se que muito provavelmente tenham sido da queda do avião KC-97 em 1956, onde 11 militares morreram e também do acidente de 1959 com um balão onde dois pilotos ficaram feridos. Os militares explicaram que os moradores da região na verdade fizeram um grande mix de histórias e criaram uma lenda urbana em cima do caso de Roswell.

Parecem ETs, mas são bonecos de testes.

Muitas décadas depois surgiu um vídeo de qualidade duvidosa que mostrava corpos de ETs numa autópsia. Especialistas logo concluíram que era uma fraude, mas os ufólogos acreditam que o vídeo com bonecos era só para desacreditar a veracidade da história.

Imagem do vídeo de autópsia.

Céticos contestam ainda o fato de que apenas os relatos de testemunhas, muitas vezes de pessoas que ouviram de um amigo que ouviu de um amigo não são fatos que possam ser levados em consideração, tampouco comprovados. Eles também discutem sobre o sensacionalismo por parte da imprensa em todos esses anos. Com todas essas teorias plausíveis, o caso foi finalmente dado como encerrado. Entretanto, parece que nada consegue acabar com o fascínio que ele causa nas pessoas e a curiosidade só aumenta a cada foto nova revelada. 

Aqui no Brasil o caso ficou famoso depois de uma matéria exibida no Fantástico em 1995. A enorme repercussão gerou debate sobre casos antigos como a Operação Prato e o ET de Varginha. 

Roswell hoje é apenas uma cidade turística. Muitos vão até lá ver o local da queda do suposto disco voador e participar dos desfiles com o tema ufológico. Fora isso, não há muito o que se fazer por lá.


VEJA MAIS: 

MadBizarrice: Especial de Dia das Bruxas - Histórias de pilotos


Se quem avista algo estando na terra já fica assustado, imagina quem está diretamente no caminho desses estranhos objetos. Reunimos aqui as histórias mais estranhas de aparições e abduções de aviões. Confiram:

O desaparecimento de Valentich - em 21 de outubro de 1978, Frederick Valentich de 20 anos pilotava um avião leve Cessna 182 sobre o Estreito de Bass, próximo da Austrália, quando desapareceu do nada.

Frederick Valentich

Só o que restaram foram as transmissões finais com o controle de tráfego aéreo de Melbourne:

FV: Melbourne, aqui é Delta Sierra Juliete. Há algum tráfego abaixo de mim a 5 mil?
C: Delta Sierra Juliete, não há nenhum tráfego conhecido.
FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Parece ser uma grande aeronave abaixo de mim 5 mil.
C: Delta Sierra Juliete, que tipo de aeronave é essa?
FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Eu não posso precisar. Apresenta 4 luzes. É como as luzes de pouso de uma aeronave.
C: Delta Sierra Juliete.
FV: Melbourne, aqui Delta Sierra Juliete. A aeronave acaba de passar sobre mim a pelo menos mil pés.
C: Delta Sierra Juliete, "roger". E é uma grande aeronave? Confirme?
FV: Desconheço devido à sua velocidade. Existe alguma aeronave da Força Aérea nas vizinhanças?
C: Delta Sierra Juliete. Não há nenhum tráfego nas vizinhanças.
FV: Melbourne, está se aproximando agora, vindo do leste na minha direção.
C: Delta Sierra Juliete
– (...) microfone ficou aberto por 2 segundos.
FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Me parece que a coisa está jogando algum tipo de jogo. Está voando duas ou três vezes a velocidade que eu não posso identificar.
C: Delta Sierra Juliete, "roger". Qual o seu nível atual?
FV: Meu nível atual é 4,5 mil; 4,5,0,0.
C: Delta Sierra Juliete. E você confirma que não pode identificar a aeronave?
FV:: Afirmativo
C: Delta Sierra Juliete, "roger". Aguarde.
FV: Melbourne, aqui Delta Sierra Juliete. Aquilo não é uma aeronave; aquilo está...(microfone aberto por 2 segundos)
C: Delta Sierra Juliete, você pode descrever a aeronave/
FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Quando passa, parece ser enorme, comprido...(microfone aberto por mais 3 segundos); não posso identificar mais que...aquilo é muito rápido; (microfone aberto por mais 3 segundos)...está bem na minha frente agora, Melbourne!
C: Delta Sierra Juliete, "roger". Me informe qual o tamanho que o objeto pode ter.
FV: Delta Sierra Juliete, Melbourne. Parece que está estacionário. O que eu estou fazendo bem agora é orbitar, e a coisa está orbitando sobre mim também; a coisa tem luzes verdes e algum tipo de superfície metálica, pois toda ela brilha por fora.
C: Delta Sierra Juliete.
FV: Delta Sierra Juliete aqui. (...) (microfone aberto por 5 segundos). A coisa simplesmente desapareceu.
C: Delta Sierra Juliete.
FV: Melbourne, vocês saberiam informar que tipo de aeronave é aquela? Seria uma nave militar?
C: Delta Sierra Juliete. Confirme que a aeronave desapareceu.
FV: Repita por favor.
C: Delta Sierra Juliete, a aeronave ainda está aí com você?
FV: Delta Sierra Juliete. Está...oh, não...(microfone aberto mais 2 segundos). Está agora se aproximando, vindo de sudoeste.
C: Delta Sierra Juliete.
FV: Delta Sierra Juliete, aqui. O aparelho é muito estranho. Agora eu o tenho e 23 ou 24...e a coisa está...
C: Delta Sierra Juliete, "roger". Quais são as suas atitudes agora?
FV: Minha atitude agora é para a Ilha King, Melbourne...Aguarde...a estranha aeronave está sobrevoando-me agora, bem acima, novamente...(microfone aberto por 2 segundos); Está acima de mim e não é uma aeronave...
C: Delta Sierra Juliete
FV:: Delta Sierra Juliete, Melbourne...(microfone aberto por mais 2 segundos)

E essas foram as últimas palavras de Valentich. Em seguida houve um som de 17 segundos como se o metal estivesse sendo raspado. O avião nunca foi encontrado, apesar de estar próximo do oceano e poderia ter caído lá.

Cessna 182

Depois de publicada nos jornais, diversas outras pessoas relataram terem visto a mesma nave gigante e estranha.

As investigações de 7 dias não conseguiram nada além de frustração. Como nenhum pedaço do avião foi encontrado, eles não podiam sequer ter ideia do que aconteceu de fato. Uma ideia plausível é que o piloto tenha talvez ficado desorientado com alguma coisa e perdeu o controle do avião, ficando de cabeça pra baixo e talvez ele tenha confundido o reflexo das luzes do próprio avião na água com uma nave estranha, depois caiu no mar. Há ainda quem acredite que foi um suicídio muito bem elaborado e que a história da nave era só pra dar um mistério e fazer as pessoas continuarem falando disso por muito tempo.


O foguete estranho - Clarence Chiles e Charles Whitted eram pilotos veteranos da segunda guerra e tinham acabado de entrar para uma companhia aérea, a Eastern. Nas primeiras horas de 24 de julho de 1948, os pilotos voavam num Eastern DC-3 próximo a Montgomery, nos Estados Unidos, quando avistaram um objeto comprido e gigante, forçando-os a fazer uma manobra evasiva para escapar de uma possível colisão. Ambos os pilotos relataram que ficaram pelo menos de 10 a 15 segundos observando o objeto, inclusive um dos passageiros relatou também ter visto o mesmo. Eles descreveram como parecendo um grande foguete, quase como um navio, mas em forma cônica e haviam 6 janelas nas laterais que às vezes brilhavam. Embaixo haviam luzes fortes e na cauda haviam chamas vermelho-alaranjadas. Whitted acreditava que media cerca de 100 pés (30,5 metros aproximadamente).

Clarence Chiles e Charles Whitted

Os pilotos perguntaram à torre de controle se haviam outras aeronaves no caminho e a resposta foi negativa.

Eastern DC-3

A força aérea investigou o caso e encontrou Walter Massey, um dos membros da tripulação de solo que trabalhava numa base próxima da força aérea. Ele alegou ter visto o mesmo objeto, mas 1 hora antes de Chiles e Whitted. Pra deixar tudo ainda mais confuso, o mesmo objeto foi visto na Holanda, mas um mês antes!

Os desenhos que ambos fizeram sobre o OVNI.

Os investigadores descartaram a possibilidade de ser um balão meteorológico e consideraram a hipótese de ser um meteoro. Mas um meteoro teria janelas? Podia ser um míssil, mas ele também não teria janelas. Poderia ser até um avião experimental e ninguém nunca saberá. Por fim a força aérea concluiu que era uma nave desconhecida, mas que era impossível saber se era extraterrestre.


Os companheiros de vôo - o ano era 1954 e um Boeing 377 Stratocruiser da companhia British Overseas Airways Corporation fazia a rota de Nova Iorque a Londres sob o comando de James R. Howard. Quando chegou em Labrador, no Canadá, o piloto percebeu que a asa esquerda estava cercada de objetos pequenos que rodeavam um maior. Eles seguiram o avião por cerca de 130km e chegaram a serem detectados nos radares de uma base da Força Aérea dos EUA em Labrador.

James R. Howard

Howard disse que não eram discos voadores, mas tinham o formato parecido com de uma flecha e iam mudando de forma conforme continuavam voando ao seu lado, quase como águas-vivas. Elas se transformaram em formato de pera, flecha e receptor de telefone. Ele ainda afirmou que duvidava que fosse alguma ilusão de óptica relacionada a algum fenômeno elétrico, magnético ou natural, muito menos era uma miragem. O evento durou pelo menos 18 minutos.

Boeing 377 Stratocruiser

Wim Van Utrecht, um pesquisador belga, sugeriu que poderiam ser estorninhos iluminados pela luz do Sol e isso explicaria as mudanças de forma. O problema é que nenhum estorninho voaria tão alto e nem tão rápido pra acompanhar um avião daquele porte. Entretanto, outro pesquisador americano chamado Bad Sparks afirmou que uma migração de aves anômala causada por condições climáticas adversas não é impossível.


Um avião no apagão – no inverno de 1995, Bariloche, na Argentina, sofreu um apagão elétrico que ninguém sabe ao certo o motivo, embora alguns culpem o rigoroso clima da região e outros prefiram dizer que foi falha humana (quem sabe não foram os dois?). Enquanto isso, o piloto Jorge Polando do voo 674 das Aerolíneas Argentinas já se preparava para pousar no aeroporto local quando a 3mil metros de altitude surgiu um disco luminoso no céu. Ele acompanhou o avião de perto. Os controladores de tráfego perceberam que houve uma pane repentina nos instrumentos e as pessoas que estavam no solo logo avistaram o estranho disco também, inclusive uma aeronave da polícia que estava a 600m.

Jorge Polando

Um pouco antes de pousar, o piloto notou uma luz branca forte se movendo rapidamente em sua direção e parando de repente a 100m de distância. Conforme o avião manobrava, a luz o seguia até ficar lado a lado com a aeronave. Ele acredita que a estranha nave tinha o tamanho de um avião e que tinha luzes verdes na traseira e um brilho alaranjado no centro. Assim que estava prestes a pousar, as luzes na pista se apagaram e o piloto teve que arremeter até 4500m e o disco o acompanhou a uma velocidade absurda. Lá em cima, o objeto parecia esperar o avião se aproximar novamente. Felizmente o piloto conseguiu pousar na segunda tentativa e o objeto desapareceu em alta velocidade. Polando diz ter ficado com o coração acelerado pelos próximos 5 minutos dentro da cabine do avião.


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